O sujeito entra em uma loja e pergunta por conjuntos infantis (papeiro, caneca, prato). A balconista lhe mostra os esmaltados, muito bonitos.
- Rosa para menina, azul claro para os meninos, bem tradicional - explica ela.
- Mas eu sou colorado, é para meu filho recém nascido, não tem vermelho?
- Não, senhor, como lhe expliquei, para menino, azul; para menina, rosa. Sempre foi assim.
- Mas eu não vou dar o azul para ele - o sujeito insistiu.
- Então dá o rosa - emendou a balconista, já um pouco contrariada com a paixão futebolística.
- Como assim, o rosa? - retrucou ele. Menino não usa rosa.
- Quando ele crescer fica vermelho - ela disse.
- Vermelho? As peças mudam de cor?
- Não, o seu filho, quando crescer, ele vai se tornar vermelho como o pai, não vai?
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