terça-feira, 9 de junho de 2015

O monumento esquecido do meio ambiente

Na Praça Guia Lopes, bairro Teresópolis
Ou será que é o esquecido monumento do meio ambiente? Não importa. O que interessa é que no último sábado (06/06) foi o tal do dia dedicado ao meio ambiente. Há tantas coisas para cada dia ... Bueno, o fato é que no distante ano de 1912, com a presença do governador do Estado (presidente da província) Carlos Barbosa (o interregno nos cinco mandatos de Borges de Medeiros, que levaram a duas revoluções), foi inaugurado, na praça Guia Lopes, no bairro Teresópolis (então arraial), o Monumento à Árvore, com direito a banda de música, que executou, pela primeira vez, inauguralmente, portanto, o "Hymno à Árvore", com música e letra, e coral, então.
A cártula do monumento está semi destruída - da última vez que estivemos lá. Talvez já tenham completado o trabalho (trabalho?) de apaga-memória, que progride, com a falta de zelo do poder público (que gasta muito dinheiro em reuniões, seminários e o escambau, que nada implicam ao cotidiano, exceto, talvez, mais opressão estatal, via "democráticas" regulações). Quem não zela pelo que tem de zelar, e se é poder público, incorre em prevaricação. Grande coisa. Então trazemos para vossa apreciação, um registro, antigo, do tal monumento, oculto sob as árvores da praça. Bom proveito. Feliz dia do meio ambiente et coetera e tal. E fique dito que ele é, já há 103 anos, a petrificação e a simbolização de um sentimento pela natureza, muito forte nesta cidade, registre-se. Por que os ambientalistas, sempre de plantão, esqueceram-no? Querem posar de inovadores, com o movimento surgido nos anos 70? Por que o esquecimento? Porque recordar é viver, e recordar é ruim e ... deixa para lá.