Na reunião do último dia 28/04/15, no Grêmio Náutico Gaúcho, residentes, comerciantes e quem trabalha no bairro Menino Deus, em Porto Alegre, votaram pela realização de um abaixo-assinado, exigindo uma audiência pública com as autoridades estaduais. A comunidade clama por segurança. O caos está nas ruas, as ocorrências se multiplicam, com arrombamentos de residências e pontos comerciais, assaltos a pedestres, roubo de veículos. O horror!
Novamente, foram cerca de 250 os participantes, repetindo a audiência da reunião de 25/03. O número daquela reunião já surtiu efeito entre as autoridades, pois este segundo grande encontro contou com a presença do prefeito de fato da cidade, o vice, Sebastião Melo. Ele enalteceu a recente entrega da praça Santa Catarina, ampliada e recuperada ("revitalizada" é o jargão da tecnoburocracia). Mas um dos presentes contestou. Não querem saber de obras, embora necessárias e básicas. Isso não é o crucial, agora. Há um clamor, devido à insegurança.
O abaixo-assinado pode ser encontrado em algumas casas comerciais do bairro. Além disso, circula nos condomínios daqueles presentes ao encontro.
A primeira reunião surtiu seus efeitos, pois mais PMs passaram a ser vistos nas ruas. Passaram a ser vistos nas ruas, no dizer de muitos. Novamente presente, o major Mohr, da 1a Cia do 1o BPM, assegurou que está com todo o seu efetivo nas ruas. Um esforço, deve ser reconhecido, em face da falta de dinheiro do governo, para sequer honrar a folha de ativos e inativos do Executivo, uma despesa de R$ 1,1 bilhão ao mês.
Integrantes da 2a DP - localizada na avenida Getúlio Vargas - apontaram uma grande dificuldade, qual seja, a de a Polícia prender e a Justiça soltar. Poderia a Justiça inovar, como em certos casos dos quais se orgulha (a oficialização da união homossexual), e manter bandidos presos, ouviu-se um comentário ao lado, entre presentes ao encontro.
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