| Acampamento próximo ao playground na praça Israel. Foi-se |
Segue ela o relato, dizendo que, "para nossa alegria, mudaram-se da esquina da Múcio (próximo ao Zaffari) para a Praça Estado de Israel. Utilizaram o muro da escola Presidente Roosevelt e armaram uma lona preta. Há poucos minutos passei por ali e brigavam, com palavrões. O barraco de lona preta está bem na frente da pracinha onde as mães levam os filhos para brincar". A comunidade pede que os retirem do local, pois os freqüentadores e vizinhos da praça "estão muito incomodados com esta situação que só se agrava. Tipos rolando de um lado para outro em cima dos canteiros, que a Smam limpa, mas que, em seguida, voltam a ficar abarrotados de lixo. Estes zumbis não contribuem em nada - aglomeram bandidos à sua volta - e ameaçam a qualidade de vida de quem trabalha e recolhe impostos. Gente, precisamos organizar esta cidade. É o cúmulo! O que está acontecendo com Porto Alegre!?"
Para a Assamed, se a prefeitura não conseguir manter a praça Israel livre de tais ocupações, a comunidade irá pressionar a Smam para que a cerque, como já acontece com a Praça Rádio Gaúcha (na esquina de Gonçalves Dias com Saldanha Marinho).
Dias depois da reclamação da Assamed, o acampamento foi removido. Desta vez a prefeitura não utilizou o seu mantra predileto da inação "direito de ir e vir" (embora exerçam o de permanecer), muito menos o "não retiramos, é um problema social". Sinal de que a pressão funciona. Mas, se fosse local privado, é bem provável que ainda lá estariam, afinal, o setor público protege mais é a si mesmo. E olhe lá.
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